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Trata-se seguramente de uma das últimas fotografias do chamado “esta – belecimento de banhos” e “pavilhão de chá” da Praia da Polana, entretanto demolido, embora à sua frente subsistam alguns vestígios da primitiva rede de protecção dos banhistas.

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Retrobjectiva – Carnaval

Qual Brasil! Nem São Paulo, nem Rio de Janeiro.

É Lourenço Marques, quando o Carnaval era feito como deve ser. Antes de estar confinado em espaços reservados. Nesse tempo o colono divertia-se à brava. Na imagem uma mulher como deve ser, dizem que veio das terras do Samba para apimentar a festa. Corpo curvilíneo como pretende o gosto requintado. É vendo mulheres como essas que se percebe como é que os solteiros militantes abandonam uma promessa de vida.

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É bonito ver um dirigente vergado diante de um poeta. Mas nao é um poeta qualquer. É um poeta do futebol- maravilha que transformou no terreno aquilo que nem os deuses, na relva do Olimpo, tinham logrado sonhar.

Há quem defenda que a bola é um ser vivo, dotada de vontade própria, que só se aproxima daqueles que a sabem tratar bem, com amor e carinho. Também penso assim. Por isso, durante muito tempo, achou-se que o tesouro do futebol estava guardado num lugar seguro, fechado a sete chaves: o corpo de Eusébio da Silva Ferreira. Hoje, um português em Moçambique.

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Alberto Joaquim Chipande e Julus Nyerere rendendo homenagem aos heróis moçambicanos

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Hoje, 5 de Novembro, e tendo em conta a diferença horária, os Estados Unidos da América estão no centro do mundo. Esta eleição não é mais uma. Pela primeira vez na História o papel na foto desempenhado por Ronald Reagan pode ser a partir de hoje desempenhado por um negro: Barack Obama de seu nome. Então, a legenda da foto poderia ser: aperto de mão entre dois negros na Casa Branca.

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UMA DAS PRIMEIRAS SELECÇÕES NACIONAIS DE FUTEBOL

Tão fofinhos que eles eram…estamos a falar de 1977/ 1978. O tempo era de tomar o “pulso” a Àfrica e a um Mundo para nós confi nado aos países socialistas de então. Na primeira fi la: João Carlos da Conceição, Heitor Martins e José Júlio de Andrade. Dos craques, alguns nomes: José Luís, Rafael, Gil Guiamba, Nuro Americano, Miguel (Textáfrica), Miguel dos Santos… descubra os restantes.

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A foto vale sobretudo pelo enquadramento: de um lado está Deviz Simango, presidente do Conselho Municipal da Beira; do outro Afonso Dlakhama, líder da oposição; ambos enquadrados pela figura tutelar do presidente Armando Guebuza. Se o ano passado, aquando do centenário da cidade da Beira, no dia 20 de Agosto, era fácil juntar estes dois homens (Afonso Dlakhama e Deviz Simango), hoje, pelos motivos por todos conhecemos, uma situação destas seria impensável. Por isso, este clique revelou- se bem mais valioso do que alguma vez o autor imaginou.

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Pela História que nos contam, esta foto, ou melhor esta pintura mural fotografada, deve retratar um campo de treino do movimento que libertou Moçambique. Pelas personalidades retratadas, a imagem diz respeito aos primeiros anos da luta. Na foto vê-se Samora – que no passado dia 29 completaria 75 anos se fosse vivo – e Mondlane a incentivarem um grupos de guerrilheiros. Os mais atentos detectam um anacronismo: por estes anos, e mesmo depois da independência, a bandeira da Frelimo, embora com as mesmas cores e símbolos, não era esta. As faixas ou riscas partiam diagonalmente do canto superior esquerdo para o canto inferior direito.

 

 

 

A fotografia foi tirada no Museu da Revolução no ano 2000.

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Parada militar comemorativa do dia do início da luta armada, foto tirada em 25 de Setembro de 1979.
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Quem te vê quem te viu, dirão alguns. A ordem do adágio é propositadamente trocada, já que em 2007 no cruzamento entre as Av. 24 de Julho e Guerra Popular reinava o caos total. A transitabilidade dos veículos só era possível graças a intervenção da Polícia de Trânsito (PT). Não que o caos se tenha extinguido, mas hoje a transitabilidade, embora caótica, é ditada pelas luzes intermitentes dos novos semáforos. Outrora, a degradação das vias, dos semáforos e o exponencial crescimento do número de viaturas na cidade de Maputo, emprestou àquele entrocamento uma imagem que mostra, implicitamente, que Maputo está a transbordar pelas costuras. Ei-la, de braços em riste, a acenar para os automobilistas impacientes…para arranca, arranca para. Hasta la vista PT.