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@ki j@zz @verdade

Moluwene versus Naturalmente!

Olá a todos! Existem, criadas muito recentemente e a trabalharem em pareceria, duas novas produtoras vocacionadas à produção de espectáculos, arte e entretenimento com nomes bastante sugestivos: Moluwene e a Naturalmente. Sempre que estou perante a uma ideia que acho interessante gosto de fazer relação com o Jazz; quer esteja ela relacionada com um nome para identificação e ou conceptualização de qualquer coisa que seja. Mania!

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Jazz a reboque do “Macarroni”

Olá a todos! Oopps…! Meio a tropeçar, lá começou a 6ª edição do Jazz Moçambique Itália.

Pode parecer de menos importância, mas creio que a ordem das palavras tem a sua razão de existir. Porque somos os banqueteadores, não no contexto literário, pois a iniciativa parece chegar de Itália, e porque parece, também, que o “cash” não seja nosso, apesar de um dos apoios vir dos CFM, empresa pública, o festival tem a designação Itália Moçambique. Somente detalhes!

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Aqui Jazz de verdade na Invicta! (2)

Olá a todos!

Continuo atracado nas margens do Douro, embora de vez em quando a embarcação suba e/ou desça a encosta, o Porto continua a ser ainda o meu porto seguro.

Enquanto andei por estas paragens testemunhei, antes e agora, dois processos que me despertam certo interesse. O primeiro é o melhoramento das infra-estruturas derivado do investimento público efectuado no concelho. Já me tinha referido a este aspecto. O segundo é a aposta na cultura como sendo um dos eixos motores para a galvanização da interacção social e da própria economia.

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Aqui Jazz de verdade na Invicta!

Olá a todos!

Escrevo a partir daquela que posso considerar a minha segunda cidade de acolhimento: quis, certa vez, que o destino para cá me atirasse. Tenho por aqui laços de afinidade, amigos e companheiros de verdade.

O Porto, a Invicta, como também é apelidada por esta gente cá do norte, que devo dizer ser baste acolhedora, está hoje totalmente diferente daquele que eu conheci passam perto de 10 anos. Nessa altura, falo particularmente a nível de infra-estruturas, era pobre; Lembro-me de que a pior ofensa que se podia fazer a um cidadão do Porto era perguntar-lhe onde ficava a estação do metro. Hoje tem uma rede de metro invejável e um serviço de transportes públicos que cobre a maior parte do Grande Porto.

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2009 Já corre a passos largos!

Olá a todos!

Antes de mais, desejo a todos que o ano de 2009 seja cheio de prosperidade, saúde, muita alegria, e, claro, muito jazz.

Neste ano de 2009 inventámos a Jazida de onde se extirpará parte – uma vez que esta é tremendamente inesgotável – daquilo que são as preciosidades com relação à sonoridade musical do Jazz, os seus congéneres, e tudo aquilo que o rodeia.

Habituámo-nos a ouvir falar de jazidas num contexto mais particular, como por exemplo: de pedras preciosas; jazidas de recursos energéticos como o petróleo, o gás natural e outros. Aqui não cabe este tipo de jazidas, pois, como a experiência não nos deixa enganar, estas foram, são e serão sempre a fonte de grandes conflitos e disparidades sociais em algumas paragens neste planeta.

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@ki j@zz @verdade

Antevendo os “Preliminares”

Olá a todos!

Há quem ainda não acredite mas parece ser mesmo verdade que “Max-O- Man” vai ser invocado no dia 5 de Dezembro, quando o agrupamento constituído pelos quatro dinossauros do “Jazz – Rythm and Blues”, nomeadamente Bob James, Harvey Mayson, Nathan East e Larry Carlton, se fi zerem ao palco que estará algures montado na cidade capital de Maputo.

 

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Vitória de Obama é a vitória do Jazz

Olá a todos!

O Jazz, como outras formas de expressão e manifestação cultural, deveria ser, na minha forma de ver, apolítico; isto é, separado da política; no entanto a promiscuidade entre a cultura e a polícia é, de certa forma, enorme, que pensar na dissociação dos dois torna-se fantasioso. Os políticos, por vezes, pouco ou nada entendem de manifestações culturais, seja ela música, cinema ou outra forma qualquer; por outro lado, os artistas, os verdadeiros, pouco estão interessados em se mesclar com a política.

Mas chega o momento em que existem questões ou causas que afectam homens e mulheres, sociedade em geral, de que não se pode, de forma nenhuma, se distanciar das mesmas.

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@ki j@zz @verdade

Take Five para Ricardo Rangel

Olá a todos. Dave Brubeck escreveu “Take Five” em parceria com Paul Desmond, Saxofone alto, sendo este o protagonista do tema. Dave Brubeck completa a sua secção rítmica com Joe Morrelo na bateria e Eugene Wright no contrabaixo. “Take Five” é Jazz classicíssimo, com andamento fora do comum, 5/4, que caracteriza muito a forma de como Brubeck escreveu alguns dos seus temas mais conhecidos, como o caso de “Blue Rondo A La Turk’’ ou “Pick Up Sticks”. “Take Five” é também uma expressão usada no vocabulário Jazzistico com sentido imperativo, de ordem, para se fazer “um intervalo de cincos minutos”. Então, se me permitem, “Take Five” com e para Ricardo Rangel.

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Nem tudo que brilha é ouro. Nem tudo que soa é Jazz!

Olá a todos. Quis aproveitar uma deixa de um camarada meu para trazer aqui mais uma opinião a respeito deste assunto de matéria inesgotável que é o Jazz. É verdade; nem tudo que ecoa dos instrumentos é, de verdade, jazz. E porque é que afirmo isto?

Tenho notado que nos últimos tempos, sobre tudo na cidade onde vivo, novos admiradores e entusiastas de jazz (?!) tem surgido, ou pelo menos têm sido mais visíveis. Hoje, Existem programas de rádio, de televisão e até festivais (?) alusivo a esta corrente musical; para não falar dos concertos avulsos que aqui e ali vão sendo apresentados sobre a capa de “concertos de jezz”, que embora sejam iniciativas de se louvar, não deixam de ter um “Q” de “enganosas”.

Falando em festivais, já agora, aproveito para dar os parabéns a Direcção e equipa que trouxe a 3ª edição do festival Dockanema 2008, pois, de entre outros aspectos positivos, percebe-se que o objectivo do festival é, mais do que passar filmes pelas salas disponíveis, resgatar a “cultura”, de outrora, do cinema fazendo um trabalho profundo desde a divulgação do festival, facilidade de acessibilidade até a selecção excelente dos materiais difundidos.

 

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@ki j@zz @verdade

Coluna

Olá a todos e em especial ao camarada Adérito que me dispensou este canto para contribuir com algumas opiniões de verdade sobre j@azz. Espero sinceramente não disparatar Este deve ser um espaço dedicado ao j@zz e afins.

Toda a gente que ouve música sabe que o j@zz é uma forma de expressão musical que está directamente ligado ao povo americano; mais ainda aos afro-americanos (americanos pretos – discurso directo). Hoje, no entanto, existem outras correntes jazzisticas, que pela sua forma orgânica e sonoridade estão intrinsecamente ligadas as raças que interpretam tal corrente, como por exemplo o Jazz latino e jazz europeu, só para citar alguns. Não pretendo ser racista de forma nenhuma, pretendo somente chamar ou dar nome as coisas. Porque estamos nas portas das eleições presidenciais americanas, neste minha estreia numa publicação jornalística do género, quero fazer uma ponte entre dois pontos que em princípio não podem ter que ver um com outro, que são eles: Política e Música. Porquê falar de política numa coluna destinada a conversar sobre jazz?