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VI Festival Nacional de Cultura

VI Festival Nacional de Cultura Muita parra e uva nenhuma

Trinta e dois anos após o 1º Festival Nacional de Dança Popular, Moçambique ainda continua a improvisar na organização de eventos de tamanha envergadura. As delegações foram transportadas como enlatados, as condições de alojamento foram deploráveis, o programa do evento mudou constantemente, não houve alguém que cruzasse toda a informação disponível sobre as actividades. Apenas os artistas disfarçaram, no palco, o caos que foi a organização…

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VI Festival Nacional de Cultura – Dançar Moçambique

Há razões para acreditar que o nível médio das manifestações artísticas no Festival subiu. Numa altura em que uma das principais secções do evento, a feira do livro e do disco, parece ter estagnado, é à dança, monumento da expressão corporal do moçambicano, que cabe salvar a honra do evento.

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Já é possível viver da arte

Alguns artistas que participam no Festival Nacional da Cultura, a decorrer em Chimoio, província moçambicana de Manica, defendem que agora já é possível viver com base nos rendimentos provenientes da sua arte. Geralmente, os artistas moçambicanos que desenvolvem as suas actividades no país têm lamentado sobre a falta de oportunidades para vender as suas obras.

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(Des)organização poderá manchar Festival

É um facto: a feira do livro e disco vai mudar de lugar. Ou seja, o salão do Sports Clube de Chimoio vai acolher uma festa de casamento no dia 31, sábado. O ministro da cultura, Armando Artur, diz que a organização está a procurar alternativas já que “as questões contratuais são uma burocracia que leva o seu tempo.”

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Desafio é desenvolver indústrias culturais – Guebuza

“Precisamos de continuar a melhorar o desempenho da associação da actividade económica com as artes e cultura para que dela se derivem maiores benefícios com o impacto no bem-estar dos nossos criadores e no crescimento da contribuição das artes e cultura no nosso Produto Interno Bruto”, disse Guebuza.

O estadista moçambicano lançou este desafio quando falava durante a abertura do Sexto Festival Nacional de Cultura, o maior evento do género organizado pelo Governo, que nesta edição decorre na capital de Manica sob o lema “Celebrando 2010- Ano Internacional de Aproximação de Culturas”.

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Objectivo do Festival de Cultura

De acordo com os organizadores, o principal objectivo do festival é “promover acções inerentes à preservação, desenvolvimento das artes, cultura e das tradições da comunidade moçambicanas, bem como a criação de uma plataforma de intercâmbio e de divulgação do rico e diversificado património cultural do país”.

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“Sexo” mais caro com o Festival

@Verdade foi medir o pulsar do mercado do sexo em Chimoio e constatou que, na semana passada, as prostitutas reduziam o preço porque quase ninguém procurava os seus serviços, hoje a verdade é outra: o Festival Nacional da Cultura trouxe pessoas e, por isso, os preços quadruplicaram.

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A cidade do Chimoio

A história sobre os primeiros povoamentos humanos na região onde se localiza a cidade de Chimoio é bastante antiga. Certa literatura refere que o local de implantação desta cidade foi parte do Estado de Quiteve, por volta de 1500-1600, vassalo do Estado do Mwenemutapa. A região de Chimoio, foi primitivamente povoada por comunidades designadas A-Tewe, sendo o seu território designado U-Tewe ou Kwa-Tewe.

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Está aberto o VI Festival Nacional de Cultura

 

 

O Estádio Municipal de Chimoio foi, esta terça-feira, o coração de uma Manica orgulhosa, que ofereceu ao país um espectáculo que a história há-de tornar um momento memorável. Durante 245 minutos, o Estádio tornou-se o local quase perfeito para viver, com uma cerimónia de abertura do VI Festival Nacional de Cultura que a organização transformou numa demonstração de diversidade cultural, riqueza civilizacional e uma síntese de Moçambique.