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@Verdade Editorial: forçar a Frelimo a negociar na Assembleia da República deveria ser o manifesto da oposição em Moçambique

Iniciou no passado sábado (31) a campanha para as eleições do próximo dia 15 de Outubro. Candidato a sua própria sucessão Filipe Nyusi, que está em campanha há vários anos, não deverá ter dificuldades em continuar na Ponta Vermelha porém o seu partido, ensombrado pelas dívida ilegais, terá de esforçar-se para manter a maioria dos assentos na Assembleia da República mesmo enfrentando uma Renamo dividida e sem Afonso Dhlakama. Interessante será ainda verificar quantos Governadores o maior partido de oposição, que forçou a descentralização, consegue eleger.

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@Verdade Editorial: Precisa-se de um Governo sério

A seriedade de um país vê-se em pequenos actos, como é o caso do investimento feito pelo Governo de turno. O caso de Moçambique fica claro que os moçambicanos estão entregues a sua própria sorte. Há quatro décadas que o Governo da Frelimo tem estado a retardar o desenvolvimento do país, implantando as suas políticas terroristas contra a população.

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@Verdade Editorial: Fábrica de fazer ladrões

A cada dia que passa fica claro que o partido Frelimo é uma fábrica de fazer ladrões. Aliás, quando o assunto é produzir ladrões dos cofres de Estado, o partido Frelimo não tem mãos a medir. A actual situação que se vive no nosso país é paradigmático da qualidade e quantidade de indivíduos que se apoderam dos bens públicos para o benefício próprio e do partido no poder, deixando os moçambicanos cada vez mais na mais desgrenhada miseria.

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@Verdade Editorial: precisamos de investimentos em barragens e não favores de eSwatini

Tem sido propagandeado que o Presidente Filipe Nyusi não se deslocou para o epicentro da região massacrada pelo Ciclone IDAI imediatamente por teve de ir a Swazilândia (agora eSwatini) negociar mais água para os maputenses que, desde a semana passada, estão a ver mais água chegar à Estação de Tratamento do Umbelúzi e por isso as restrições na distribuição poderão abrandar.

Fazendo fé nas palavras do João Machatine o rio Umbelúzi está a ser bafejado com a bondade dos swatis que além da quantidade de água negociada por Nyusi e o Rei Mwati III estão a deixar jorrar ainda mais do precioso líquido que têm retido na sua barragem de Mnjoli durante os sucessivos anos de seca que temos enfrentado.

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Editorial: Com milagres não vamos a lugar nenhum

Já se tornou num modus operandi, por parte do Governo moçambicano, estender as mãos na expectativa de receber milagres para resolver os inúmeros problemas que apoquentam o quotidiano da população moçambicana. Essa atitude do Governo da Frelimo é um crime de bradar aos céus.

Todos os anos, o nosso país tem enfrentado situações adversas que urgem medidas por parte do Governo, com vista a aliviar a situação sofrida em que os moçambicanos se encontra. Uma dessas situações é a desgraça deixada pela passagem do ciclone IDAI na região Centro de Moçambique, concretamente as províncias de Sofala, Manica, Zambézia e Tete, onde pelo menos 900 mil pessoas foram afectadas, das quais pouco mais de 100 mil encontram-se abrigados em centros de acomodação.

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@Verdade Editorial: Os abutres e a desgraça dos moçambicanos

O ciclone IDAI que fustigou a região Centro do país é tido, até então, como uma das piores e mais violentas calamidades que se abateu sobre Moçambique em particular, e o hemisfério sul no geral. A terrível situação que arrasou especificamente a cidade da Beira, provocando centenas de mortos e deixando milhares de moçambicanos na mais desgrenhada miséria causou comoção, diga-se de passagem, ao mundo inteiro.

A realidade mostra que os sobreviventes do ciclone IDAI vão precisar de ajuda pelo menos um ano para se recuperarem, facto que requer bastante apoio humanitário. Como resposta à tragédia dos moçambicanos, não falta(r)am iniciativas de apoio. Diversas organizações e organismo, tanto internacional como nacional, anuncia(ra)m as suas singelas doações. São milhões e milhões de dólares norte-americanos em dinheiro, bens e produtos para minimizar a dores dos afectados.

Consequentemente, o desatre do Centro de Moçambique também fez emergir os abutres de ocasião. Com os telemóveis nas mãos, os abutres de ocasião registavam a sua “acção supostamente degraça”. Numa atitude hipócrita e sem nenhuma réstia de sentimento, estes oportunistas espalham fotografias e vídeos, segurando um saco de qualquer alimento ou vestuário.

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Editorial: tragédia anunciada, Idaí?

Nunca se está preparado para um Ciclone de categoria 4. A medida que as telecomunicações são restabelecidas é possível ver o terror enfrentado por meio milhão de pessoas na noite e madrugada de quinta e sexta-feira passadas, difícil de descrever em palavras é o assobiar do vento forte que arrancou todos os tectos, partiu vidros, deitou abaixo árvores, postes de energia, telecomunicações… arrasou com a cidade da Beira.

Que o nosso país é um dos mais vulneráveis do globo aos eventos extremos da natureza não é novidade, milhões de dólares têm sido gastos em estudos e consultorias para provar o que o povo sente todos os dias: o clima mudou. Planos para prevenção e mitigação, redução, de acção, quinquenal não faltam. O que não tem havido é dinheiro para tornar realidade o slogan do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC): “Mais vale prevenir que remediar”!

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@Verdade Editorial: Sufocar os moçambicanos

A cada dia que passa fica claro a agenda do Governo da Frelimo: esvaziar os cofres do Estado ou forçar os moçambicanos a apertarem o cinto mais do que já está. O aumento do preço de energia eléctrica é mais uma prova inequívoca desse plano terrorista que o Governo da Frelimo tem estado a implementar desde a Independência Nacional.

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@Verdade Editorial: Prendam os deputados também

Diante das detenções que têm vindo acontecer no âmbito das dívidas contraídas ilegamente pelo Governo da Frelimo, já se deveria quebrar a imunidade dos deputados da banca parlamentar da Frelimo na Assembleia da República. Pois, os deputados da Frelimo mostraram, várias vezes, que não estão na Assembleia da República em representação do povo moçambicano, mas sim para acomodar interesses pessoais de um grupo de gananciosos.

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@Verdade Editorial: Não será essa uma peça de teatro mal encenada?

Depois de anos a fingir que nada está a acontecer, a Procuradoria-Geral da República (PGR), qual uma virgem pudica, decidiu encenar uma peça na vã tentativa de lavar a sua imagem. A PGR quer convencer aos moçambicanos que sempre estive preocupado (e andou a investigar) com o caso das dívidas contraídas de forma ilegal pelo Governo da Frelimo.

Subitamente, começaram a correr informações sobre as detenções de algumas figuras envolvidas numa das maiores roubalheiras de todos os tempos. O primeiro nome que começou a soar é a de Teófilo Nhangumule e, mais tarde, ficamos a saber da prisão de Gregório Leão, António de Rosário e assim por diante. Os moçambicanos menos atentos e sem nenhuma emoção crítica devem ter achado a iniciativa do Ministério Público louvável, quando, na verdade, se trata de uma tentativa de distrair os moçambicanos dos reais problemas do país, sobretudo num ano eleitoral.